O diabetes mellitus é uma doença metabólica que eleva os níveis de glicose no sangue devido à falha na secreção ou na ação da insulina, um hormônio essencial para o metabolismo energético.
Segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes, aproximadamente 20 milhões de brasileiros convivem com a doença.
Sintomas como sede exagerada, aumento do apetite, vontade frequente de urinar, emagrecimento sem causa aparente e visão turva são indicadores clássicos, mas muitas vezes ausentes — tornando o diabetes um “inimigo silencioso”
Por isso, é recomendável que quem suspeita da doença procure avaliação médica com exames adequados, como glicemia de jejum e hemoglobina glicada.
Os principais tipos da doença são:
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Tipo 1, predominante entre crianças e adolescentes, causado pela falência da produção de insulina;
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Tipo 2, mais comum em adultos, associado ao estilo de vida e à resistência à insulina;
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Diabetes gestacional, que aparece na gravidez e costuma regredir após o parto.
Ter diabetes na família, obesidade, vida sedentária ou histórico de diabetes gestacional eleva o risco da doença. Estima-se que 80 % a 90 % dos pacientes com diabetes tipo 2 estejam acima do peso.
O tratamento envolve alimentação balanceada, exercícios físicos regulares e, quando necessário, medicação — que pode variar de antidiabéticos orais a insulina e terapias modernas como GLP-1
O monitoramento adequado e a adesão às orientações médicas são essenciais para evitar complicações crônicas sérias, como problemas cardíacos, neurológicos, renais, vasculares e o pé diabético
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