Faltando poucos dias para o encontro com Donald Trump, o presidente russo, Vladimir Putin, mantém firmes suas exigências para um cessar-fogo na Ucrânia, incluindo a anexação definitiva de quatro regiões ocupadas — Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson — além da Crimeia. O plano também prevê que Kiev renuncie ao fornecimento de armas ocidentais e à adesão à Otan, condições que o governo ucraniano classificou como inaceitáveis.
O encontro entre os dois líderes está agendado para 15 de agosto, no Alasca, e será decisivo para definir os rumos do conflito. Apesar das negociações, ataques russos continuam sendo registrados, com bombardeios e drones atingindo cidades ucranianas.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reforçou que Moscou está desrespeitando o ultimato de 10 dias dado por Trump para cessar as hostilidades e evitar sanções mais duras. Enquanto isso, líderes europeus manifestam preocupação de que a proposta de Putin seja apenas uma estratégia para ganhar tempo e aliviar pressões econômicas.
O clima diplomático se agrava diante de recentes provocações, incluindo a movimentação de submarinos nucleares americanos e ameaças de Moscou com seu sistema nuclear “Mão Morta”. O impasse coloca a comunidade internacional em alerta e aumenta a pressão sobre a reunião marcada para a próxima semana.
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