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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

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Ex-caminhoneira desaparecida há um mês é encontrada em Vilhena

Andreia Rodrigues da Silva foi localizada em estado de debilidade extrema em um galpão abandonado; vítima pediu socorro a moradores e segue sob cuidados médicos.

PORTO VELHO 24 HORAS
Por PORTO VELHO 24 HORAS
Ex-caminhoneira desaparecida há um mês é encontrada em Vilhena
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A ex-caminhoneira Andreia Rodrigues da Silva, de 47 anos, foi encontrada na tarde desta terça-feira (7) após passar mais de 30 dias desaparecida em Vilhena. Ela estava abrigada em um galpão abandonado nos fundos de uma loja de departamentos no bairro Vila Operária. Andreia, que sofre de transtornos psiquiátricos severos, havia saído de sua residência no bairro BNH no início do mês passado e, desde então, era alvo de buscas intensas por parte de familiares e das forças de segurança.

A localização ocorreu quando Andreia conseguiu sair do barracão e pedir ajuda a um morador que passava de carro com a família. Segundo relatos de parentes, a mulher estava extremamente debilitada, abaixo do peso e apresentava tremores intensos, chegando a desfalecer durante o pedido de socorro. No momento em que foi acolhida, ela carregava apenas uma garrafa de água e uma sacola com medicamentos, suplicando ao motorista que a ajudasse pois sentia que estava morrendo.

Imediatamente após o resgate, a ex-caminhoneira foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Vilhena. De acordo com a equipe médica que realizou o primeiro atendimento, o estado de saúde de Andreia exige cuidados especializados devido ao longo período de exposição às ruas e à falta de alimentação adequada. Uma transferência para o Hospital Regional já está programada para que ela receba tratamento intensivo e recupere as forças antes de retornar ao convívio familiar.

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A família de Andreia registrou o caso e solicitou que a Polícia Civil abra uma investigação minuciosa sobre o período de desaparecimento. Os parentes pretendem submeter a mulher a exames periciais para verificar se ela foi vítima de abusos, maus-tratos ou ameaças enquanto esteve fora de casa. O objetivo é esclarecer como ela sobreviveu durante as últimas quatro semanas e se houve a participação de terceiros na manutenção de sua permanência no galpão abandonado.

FONTE/CRÉDITOS: ADMIN USER
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